Written By Adm de sites on sexta-feira, 23 de agosto de 2013 | 06:50
Revista norte-americana Motor Trend destaca “confiança e alegria”. Campeão pelo 2º ano
consecutivo, 911 completa 50 anos em 2013.
Porsche 911 Carrera 4S (Foto: Divulgação) A publicação norte-americana Motor Trend elegeu o Porsche 911 Carrera 4S como o melhor carro no quesito prazer ao volante, prêmio que leva o nome de Best Driver's Car (melhor carro do motorista). A competição, anual, considera modelos novos ou atualizados no último ano nos EUA.
Eleito o melhor pelo segundo ano consecutivo, o 911 Carrera 4S “ tem um ótimo equilíbrio, uma direção telepática, um motor potente e uma transmissão rápida como um relâmpago”, justificou Ed Loh, editor-chefe da Motor Trend. “Mas o que mais impressionou nossos juízes foi a confiança e a alegria entregues pelo 911 Carrera 4S, seja na rua ou na pista”, completou. Todo ano, os editores da Motor Trend escolhem os carros que mais os instigam a pilotar. Cada um é testado numa estrada sinuosa e no autódromo de Laguna Seca, na Califórnia.
Em 2013, a linha 911 completa 50 anos
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Written By Adm de sites on quinta-feira, 22 de agosto de 2013 | 07:15
Anitta é beijada na coxa por fã
Cena aconteceu na madrugada desta quinta-feira (22)
Não é só o público masculino que fica babando por Anitta. Durante show na madrugada desta quinta-feira (22), ficou provado que a cantora também mexe com o imaginário de muitas mulheres. Uma fã subiu ao palco e não resistiu.
De vestido preto e bem desinibida, a moça entrou no clima e sensualizou ao lado de Anitta. Em meio ao rebolado sexy, rolou até beijinho na coxa direita da cantora.
O show aconteceu na Ballroom, no bairro Jardins, em São Paulo. Será que Eduardo Sterblitch ficou com ciúmes? O humorista, que é apontado como affair da cantora, estava por lá.
Written By Adm de sites on terça-feira, 20 de agosto de 2013 | 19:03
Será que vamos virar escravos de nossa tecnologia e enfrentar uma rebelião das máquinas?
Os roteiristas de Hollywood podem até ter imaginação muito fértil, mas se existe algo que eles sempre abordam, que tem fundamento e ainda que pode se tornar realidade são as ideias sobre o futuro da humanidade e da tecnologia.
Em diversos filmes, vimos computadores superinteligentes ganhando autonomia de raciocínio, máquinas muito avançadas acabando com os propósitos da humanidade erobôs se rebelando contra os humanos.
Talvez tudo não passe de pura ficção, mas o avanço acelerado das tecnologias vem causando preocupação. As notícias mais recentes dizem que os computadores já podem realizar 1% do trabalho de um cérebro humano.
Pensando nessa evolução frenética, resolvemos montar este artigo para mostrar os reais perigos que a tecnologia pode oferecer. É importante salientar que todas as questões aqui abordadas são apenas suposições, afinal não podemos prever o futuro.
A tecnologia de hoje
Antes de entrarmos nas questões sobre inteligência artificial, vamos falar um pouco sobre as tecnologias que utilizamos atualmente. Abaixo, vamos mostrar algumas diferenças de perspectiva que geralmente nos impedem de enxergar o quadro maior.
Quer ver um exemplo? Nós, meros mortais, consideramos que os maiores avanços na computação se restringem a PCs de alto desempenho dotados de capacidades para rodar games de última geração. Vai dizer que você não usa Crysis como parâmetro para determinar se uma máquina é poderosa?
No máximo, pensamos em configurações avançadas para servidores ou para rodar alguns softwares de animação, engenharia e pesquisas avançadas. Nossa mente não vai muito além, afinal são os assuntos aos quais estamos habituados.
As grandes corporações mundiais (incluindo muitas empresas privadas, a NASA, os governos de diversos países) pensam, projetam e usam computadores capazes de realizar “zilhões” de cálculos por segundo e buscam formas de torná-los mais inteligentes e autônomos. Os propósitos são os mais variados possíveis: cura do câncer, desenvolvimento de bombas atômicas, melhoria de tecnologias aeroespacial e assim por diante.
Pois é, estamos acostumados com um mundo de tecnologia bem restrito que foca sempre em novos lançamentos de smartphones, tablets, video games, processadores, placas de vídeo, carros e por aí vai. Pensamos que a tecnologia está apenas em eletrônicos, serviços da web e outros elementos úteis em nosso cotidiano. Acontece que o futuro pode ser bem diferente.
1. A máquina substitui o ser humano
Em teoria, as tecnologias deveriam servir para ajudar os humanos ao eliminar o trabalho excessivo, auxiliar em algumas atividades e, com isso, garantir mais horas de lazer. Na prática, isso realmente acontece, mas não da forma que esperávamos.
Não são poucas as situações em que a tecnologia foi tão eficaz que conseguiu substituir completamente o homem. Além de garantir agilidade na produção, as máquinas são capazes de trabalhar com o mínimo de falhas e prejuízos.
Máquinas não precisam de descanso (desde que operem dentro do programado para não sobreaquecer), pagamento, férias, tratamento especial, alimentação, transporte e outros tantos benefícios que são concedidos aos humanos.
É justamente por isso que cada vez mais áreas estão substituindo a mão de obra humana pela robótica. Na construção de automóveis, por exemplo, a assistência de uma pessoa só é necessária quando não existe uma máquina própria para determinada tarefa.
Até mesmo na área de atendimento as máquinas estão cada vez mais presentes. Quer exemplos? Primeiro, surgiram máquinas automáticas para vender refrigerantes. Depois, vieram máquinas capazes de liberar sua passagem na hora de pegar o ônibus.
Essas máquinas poderão substituir os humanos em diversos outros cargos. Manufatura, venda, atendimento e outros tantos trabalhos repetitivos serão realizados apenas por robôs, sendo que o humano será apenas o auxiliar — assumindo um dos papéis que deveria ser desenvolvido pela tecnologia.
Aliás, não precisamos nem esperar o futuro para ver a invasão de tecnologia. Recentemente, publicamos notícias sobre robôs capazes de tirar sangue, realizar microcirurgias, pintar quadros, jogar video game, criar jogos, dirigir, servir refeições e muito mais.
2. O computador toma decisões por você
Deixando essa coisa de máquinas de produção e de comércio de lado, podemos pensar em atividades do nosso cotidiano. As tecnologias na web e na computação vêm evoluindo diariamente, algo que você aceita tranquilamente, aproveita e nunca reclama.
Muitas vezes, noticiamos que uma ou outra empresa (Google, Microsoft e semelhantes) liberou uma nova funcionalidade para determinado serviço. Geralmente, a ideia dessas novidades é facilitar nossas buscas, navegação e outras atividades.
Por ora, as tecnologias são inteligentes o suficiente para nos agregar facilidades sem nos restringir de nossa liberdade de utilização. Ao usar o Google, por exemplo, você pode conferir algumas sugestões de buscas que visam corrigir possíveis erros de digitação.
Outra polêmica diz respeito à filtragem de mensagens no Facebook. Com base em diversos algoritmos, a rede social filtra quais postagens são importantes e as coloca no topo. O objetivo é garantir que você veja aquela informação que todos estão comentando e curtindo, mas isso acaba privando o usuário de ver outras publicações, ou seja, o site decide por você.
A ideia por trás desses programas (e serviços) de computador e celulares é que você tenha cada vez menos trabalho, afinal, a tecnologia é dotada de inteligência para encontrar o que é melhor para você, poupar seu tempo, evitar o desperdício de energia e outros tantos benefícios.
Você pode pensar que estamos exagerando, mas pense no caso dos carros que podem dirigir sem a intervenção humana. Por ora, eles ainda estão em fases iniciais, mas em breve eles farão parte de nosso cotidiano. O objetivo é evitar acidentes e garantir mais agilidade no transporte. Na prática, teremos computadores inteligentes tomando decisões por nós.
A tendência é que cada vez mais os computadores tomem decisões por nós e manipulem informações com base na inteligência artificial. Tais alterações devem acontecer aos poucos — e sempre com a melhor das intenções — e quando você perceber, sua rotina estará condicionada a uma série de decisões realizadas por máquinas.
3. Pensando como os humanos
Com os pontos abordados acima, você deve estar pensando que estamos malucos, afinal, as máquinas são limitadas por programas criados por humanos e elas jamais terão a capacidade de pensar que nós temos. Além disso, você deve estar pensando que o homem não quer um ser superior a ele, visto que isso poderia levar a sua extinção.
Tudo isso é verdade, exceto pelo fato de “jamais terão a capacidade de pensar que nós temos”. Primeiro, devemos refletir um pouco sobre as habilidades de um computador. A estrutura de pensamento dele é bem voltada para cálculos matemáticos e tarefas que não exigem a tomada de decisões próprias.
Apesar de ter algumas limitações, o potencial de um processador é extremamente avançado para aquilo que ele está programado. Se você der alguns cálculos para o computador, ele retornará os resultados em poucos segundos. Enquanto isso, nós, humanos, demoramos muito tempo para finalizar uma simples equação que exija algumas dezenas de operações.
Agora, vamos pensar na questão de fornecer um cérebro humano para as máquinas. Ainda que os cientistas e pesquisadores não queiram desenvolver máquinas mais inteligentes que os humanos, isso acontecerá uma hora ou outra, até porque eles querem! Essa frase parece contraditória, mas nós vamos explicar.
A ideia dos pesquisadores não é criar uma máquina que possa superar a inteligência humana, mas o desenvolvimento de um computador capaz de pensar como nosso cérebro poderia levar a um futuro ainda melhor — ao menos é o que eles acham —, pois teríamos tecnologia que faz mais do que apenas o básico e entenderíamos melhor nosso próprio cérebro.
Aos poucos temos feito progresso em direção a este futuro brilhante. Recentemente, publicamos uma notícia relatando que um supercomputador foi capaz de realizar 1% do trabalho do cérebro humano. No ano passado, um software de computador foi capaz de superar o QI de uma pessoa.
Segundo Markus Diesmann, professor da Universidade Julich (na Alemanha), a tendência é que na próxima década os computadores consigam imitar quase 100% do cérebro humano. Podemos dizer que as máquinas terão um potencial muito acima do nosso, pois, além das incríveis capacidades matemáticas, elas imitarão nosso cérebro de forma perfeita.
4. Ganhando vida própria
Mesmo que os computadores ganhem inteligência em um nível sem precedentes, isso não quer dizer que eles vão dominar os humanos, afinal eles ainda estarão confinados em grandes salas e deverão realizar atividades ordenadas por homens e mulheres.
O problema existe quando essas máquinas gigantescas forem reduzidas e começarem a ser embutidas em robôs. Nesse caso, podemos ter dois tipos de futuro: um bom (como o do filme “O Homem Bicentenário”) e outro ruim (como o do filme “Eu, Robô”).
A ideia de criar robôs que possam nos auxiliar no dia a dia é perfeitamente aceitável, afinal trata-se uma tecnologia como outra qualquer. Ocorre que, com a inteligência artificial em um nível avançado, essa vida própria para robôs pode não ser tão amigável.
Entretanto, antes de chegar a esse nível avançado de tecnologia, que talvez só ocorra na metade do século, devemos notar que outros tipos de tecnologia podem ganhar vida própria sem necessitar de muita inteligência.
Pense na questão das tecnologias militares. Ainda que os Estados Unidos afirmem que seus robôs militares não têm autonomia para atuar sozinhos no campo de batalha, não podemos ter certeza de que outras nações (ou até mesmo que os EUA) não estejam desenvolvendo armas capazes de analisar imagens e sensores para atacar humanos inimigos.
Algo que entra em contradição aqui é a aeronave X-47B. Esse avião de guerra desenvolvido pela força aérea norte-americana não precisa de piloto. É a arma perfeita para enviar para qualquer lugar para reconhecimento de território e, quem sabe, até mesmo para ataque.
5. Singularidade
Assim como engenheiros que trabalham no avanço da inteligência dos computadores, Kurzweil prevê que na metade da década de 2020 teremos total compreensão sobre o cérebro humano (com o uso da engenharia reversa) e isso nos permitirá criar máquinas perfeitas.
Em teoria, depois de evoluir tanto, as máquinas ganhariam capacidades para desenvolver criatividade, raciocínio e inteligência superiores às características dos humanos. Segundo Raymond Kurzweil, um dos precursores que elaborou diversos estudos sobre a singularidade, a humanidade como conhecemos deve acabar em 2045.
Para Kurzweil, a singularidade — o momento em que as máquinas vão nos dominar — não é apenas inevitável, mas é iminente. Se levarmos em conta os avanços na área da robótica e a lei de Moore (que sugere o dobro de transistores nos processadores a cada 18 meses), de fato, podemos esperar que, em duas ou três décadas, robôs vão perambular entre nós.
Antes disso, porém, vamos aceitar tudo sem qualquer hesitação, visto que a robótica nos permitirá estender nossas vidas. Órgãos artificias, curas impossíveis, implantes e cirurgias diversas vão unir máquina e homem. Seres híbridos, humanos e robôs dividirão o mesmo espaço.
Claro, a princípio, junto com a chegada dos robôs teríamos as famosas leis da robótica de Isaac Asimov:
1ª) Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2ª) Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
3ª) Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e/ou a Segunda Lei.
Essas leis impediriam que os robôs representassem qualquer ameaça para nós, mas, na prática, sabemos que nem tudo funciona bem assim. Muitos protótipos e estudos podem acontecer longe de nossas vistas e nunca saberemos se um robô é do bem ou do mal. Parece trama de filme de ficção, mas pode perfeitamente ser parte do futuro.
Por ora, temos muitas teorias sobre a singularidade, porém não temos qualquer confirmação de que vamos chegar a esse estágio, afinal, mesmo que a suposição de Kurzweil esteja correta, temos mais de 30 anos pela frente, nos quais podemos ter muitas alterações de acontecimentos nas diversas áreas da tecnologia.
Em um futuro não muito distante
Todos esses acontecimentos podem ser freados ao longo dos anos e talvez nem sequer vejamos um robô com inteligência humana, mas, como não temos como prever o futuro, vale ir se preparando e tentando viver a vida sem evitar fazer as coisas que somente humanos podem fazer.
Se um dia formos realmente dependentes de máquinas e robôs, acabaremos aceitando a situação, mas vamos esperar que não nos tornemos escravos da tecnologia ou que ela acabe nos sobrepujand.
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A foto foi tirada pelo pai de Kate Middleton, na casa da família
A primeira foto oficial do Príncipe George, filho de Kate Middleton e do Príncipe William, foi na verdade uma foto de família, com a Duquesa de Cambridge segurando orgulhosa seu bebê, tendo ao seu lado o papai William e os mascotes da família, um cocker spaniel chamado Lupo e a cadelinha da família Middleton, Tilly.
A imagem foi feita por Michael Middleton, pai de Kate, em sua casa, no começo de agosto.
"Ele é um pequeno maroto, vamos dizer assim", disse o príncipe à CNN. "Por isso ele me lembra meu irmão (Harry) ou a mim mesmo quando criança. Não tenho certeza. Mas ele está muito bem nesse momento. Ele gosta que lhe troquem as fraldas. Eu troquei a primeira."
Em sua primeira entrevista desde o nascimento do filho, no dia 22 de julho, William disse que ele e Kate estão gostando de ser pais, mas que não veem a hora de dormir uma noite inteira novamente.
O empresárioEike Batista, que foi a oitava pessoa mais rica do mundo no ano passado, não é mais bilionário, segundo o ranking da Bloomberg.
O empresário Eike Batista na coletiva de imprensado Rock in Rio (Foto: AFP)
A Bloomberg estima que ele deve US$ 1,5 bilhão ao fundo Mubadala, de Abu Dhabi, segundo fontes familiarizadas com o assunto.
Pelas contas da agência, ele já havia acumulado pelo menos R$ 2 bilhões em dívidas pessoais, o que significa que o empresário agora teria um patrimônio líquido de cerca de US$ 200 milhões.
Após alcançar uma fortuna de US$ 34,5 bilhões, em março do ano passado, o dinheiro de Batista começou a se evaporar à medida que o desempenho das suas empresas ficaram repetidamente aquém de suas promessas, afundando seu plano para criar um produto integrado e império logística.
Ele começou a vender ativos este ano, à medida que credores pressionaram para levantar dinheiro e pagar a dívida à medida que os prejuízo se acumulavam.
No começo do mês, o mesmo ranking da Bloomberg apontou que a fortuna do milionário era de US$ 2,9 bilhões.
A desconfiança de investidores com as empresas "X" teve início após seguidas frustrações com a produção de petróleo da OGX, que já foi considerada o ativo mais precioso de Eike. A OGX decidiu não seguir adiante com o desenvolvimento de algumas áreas na bacia de Campos antes consideradas promissoras.
Diante dos prejuízos registrados por suas companhias e da desconfiança de bancos e investidores, Eike corre o risco de ter de se desfazer de parte de suas empresas.
As dívidas da empresa com o BNDES colocam em xeque o apoio do banco a megagrupos nacionais e vem impactando a Bovespa como um todo.
Para Kamyla Simioni, a ex-dançarina estaria mentindo de que sabia sobre traição 'para não ficar feio para ela.
Kamyla Simioni (Foto: reprodução/ Instagram)
Kamyla Simioni diz que Scheila Carvalho não sabia da traição de Tony Salles, ao contrário do que a ex-dançarina disse na TV na noite deste domingo, 18. Segundo o ex-affair do cantor, Scheila está mentindo.
"Impossível a Scheila saber de mim. Ela só disse isso para não ficar feio para ela. É uma resposta combinada com seus assessores", disse Kamyla ao EGO nesta segunda, 19. A morena também critica a entrevista dada por Tony Salles, onde ele diz que a traição ocorreu em um momento de crise no casamento.
"Que crise? Eles não estavam em crise, viviam aparecendo de mil amores. E não foi só uma vez, como ele disse. Foram vários encontros", contou Kamyla.
"Nunca expus minha vida pessoal, já passamos por vários problemas e dificuldades, mas a mídia não tem que saber disso", completou. Questionada sobre o que respondeu dentro do confinamento durante um jogo, quando foi perguntada sobre traição e afirmou que já foi traída, mas pagou na mesma moeda, comentou: "Deus é tão maravilhoso que parecia que já estava encaminhando as coisas por eu não estar do lado de fora e não poder me defender. Então essa pergunta veio justo para mim"."Já perdoei faz tempo" Em entrevista ao programa “Domingo Espetacular”, neste domingo, 18, Scheila contou que já sabia. “Eu não sabia da exposição e, sim, do fato ocorrido. Aconteceu tem algum tempo. Eu já sabia", disse ela.
Para o marido, Scheila não poupou elogios e garantiu: "Já perdoei faz tempo. Ele é um pai exemplar, um marido carinhoso e dedicado, um homem que corre atrás, nunca dependeu da mãe ou de mim. Somos uma família. Tudo que construímos, contruímos juntos. Tudo isso que falaram não é o Tony Salles", defendeu.
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O futuro da robótica é imprevisível. Todos os dias, pesquisadores trabalham em avanços significativos para essa área.
A chamada ascensão dos robôs tem sido mostrada em muitos filmes, gerando uma rivalidade entre máquinas e humanos. Embora isso pareça simples ficção científica, muitos cientistas da computação dizem que essa realidade vai chegar em algum momento do século 21.
Assim, o futuro da humanidade pode guardar batalhas épicas entre robôs e seres humanos. Os robôs super-inteligentes podem levar à extinção em massa ou ao prolongamento da vida humana. Agora, vamos conhecer os 7 futuros possíveis da robótica:
1 – Guerra de Robôs – O pesadelo que alimentou "O Exterminador do Futuro" pode se tornar realidade. Cientistas dizem que existe a possibilidade de que os robôs acabem competindo com os humanos pelo domínio do planeta.
Os engenheiros já estão desenvolvendo soldados robóticos para serem empregados na guerra contra o terror.
2 – Imortalidade - Muitas pessoas, como o futurista Ray Kurzweil, acreditam que os seres humanos não terão de morrer após a singularidade. Alguns imaginam um futuro onde os seres humanos possam ter cérebro em computadores. Essencialmente, eles viveriam dentro de máquinas. Outros imaginam peças cibernéticas para substituir membros cancerosos e corações envelhecidos.
3 - Economia em chamas - Uma vez que as máquinas podem corresponder a inteligência humana, será uma questão simples copiar softwares. O avanço da tecnologia pode influenciar o ritmo de crescimento econômico.
4 - A destruição ambiental - Os robôs não precisam de ar, água ou comida, então eles poderiam destruir o meio ambiente. Como resultado, alguns acreditam que há um risco maior de robôs super-inteligentes drenando todos os recursos naturais da Terra, agravando os problemas ambientais.
5 – Humanos - Implantes cibernéticos também podem significar que o homem pode se tornar uma super-potência. Kurzweil, diretor de engenharia do Google, imagina um mundo onde a maioria das pessoas vão fazer uso de implantes cibernéticos para serem mais inteligentes. Isso pode transformar os seres humanos em cyborgs.
6 – Desemprego em massa – Como os robôs ficariam mais espertos, os humanos simplesmente não seriam capazes de se manter no mercado de trabalho. Até as tarefas mais simples podem ser terceirizadas para robôs, que vão substituir os operários. Esse fato pode resultar num desemprego em massa no futuro.
7 – Habilidades humanas - Uma vez que quase todas as tarefas serão terceirizados pela super-inteligência, os seres humanos poderão gradualmente perder as habilidades. Os seres humanos perderiam a capacidade de memorizar e calcular.
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Written By Adm de sites on sábado, 17 de agosto de 2013 | 18:28
Super câmera fotografar objetos 10x mais rápidos
Fotografar objetos em movimento é algo desafiador e, à medida que a velocidade aumenta, a tarefa fica cada vez mais difícil. Imagine, então, quando o objeto está tão rápido que você mal consegue vê-lo... parece impossível, mas já existe meio de se fazer isso.
Foi desenvolvido um sistema que permite a captura de objetos que estejam viajando à velocidade de até 12 mil km/h, o que é mais de 10 vezes a velocidade do som (a foto acima é resultado disso). E ele opera com praticamente qualquer câmera digital.
Funciona assim: a câmera tradicional faz a captura do objeto em movimento pela lente enquanto o filme se move por meio de uma abertura vertical durante o tempo de exposição, resultando em uma imagem composta contínua. A imagem depois é congelada com a ajuda de um espelho controlado para acompanhar o objeto.
A responsável pelo sistema é a companhia californiana especializada em soluções ópticas MetroLaser, que o desenvolveu a pedido da Força Aérea dos Estados Unidos como substituto às máquinas que usavam um tipo de filme que não é mais fabricado.
O sistema opera com câmeras projetadas para retratos comerciais com flash padrão, e o software necessário pode ser instalado até em computadores compactos.
Apesar das ferrenhas discussões sobre os variados modelos de smartphones, na hora de comprar um aparelho este item não é o que mais influencia. Segundo pesquisa da Kantar, divulgada nesta sexta-feira, 36% dos consumidores brasileiros consultados se preocupam mais com recursos multimídia do que com marcas, fator defendido por 23%.
Em terceiro lugar na preferência dos clientes está o design do produto (15%), seguido pelas promoções (10%) e pela facilidade de uso (4%). Para chegar ao resultado, o estudo ComTech ouviu 24 mil pessoas em todos os cantos do país que, para efeito de amostra, correspondem a 81% da população.
A pesquisa também avaliou os hábitos de uso e concluiu que o acesso à internet é a funcionalidade com maior crescimento. No primeiro trimestre deste ano, 41% disseram utilizar os smartphones para navegar, contra 27% no mesmo período do ano passado. As funções de checagem de e-mails e envio de SMS também tiveram altas.
Confira abaixo a tabela:
E na sua opinião, o que mais importa na hora de escolher um modelo novo? Participe
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Operadoras de telefonia móvel não podem mais estabelecer prazo de validade para os créditos dos clientes de planos pré-pagos, graças a uma decisão da Justiça Federal. As empresas têm 30 dias para reativar linhas interrompidas e ressarcir clientes prejudicados; caso não o façam, estão sujeitas a multa diária de R$ 50 mil, mas elas ainda podem recorrer.De acordo com o Estadão, a atitude veio após análise de um processo aberto pelo Ministério Público Federal contra a Agência Nacional de Telecomunicações e as operadoras Amazônia Celular, Oi, Tim e Vivo. Durante os trâmites, uma Vara Federal do Paraná disse que a prática é regular, então o MPF entrou com recurso, agora aceito pelo Tribunal Regional Federal.As operadoras têm, contratualmente, o direito de cortar os créditos dos clientes após determinado período ou até que eles façam novas recargas - mesmo eles tendo pagado pelos créditos. Na visão do MPF, trata-se de procedimento abusivo que caracteriza enriquecimento ilícito para as operadoras.Mas a prática foi aceita pela Anatel, que em 2007 permitiu o corte desde que as operadoras vendam créditos com validade de 90 a 180 dias; caso o cliente recarregue a conta antes do término do prazo, eles acumulariam.Em nota repercutida pelo jornal, o relator do processo, desembargador Souza Prudente, disse que isso é equivalente ao "confisco antecipado dos valores pagos pelo serviço público de telefonia, que é devido aos consumidores". A prática, para ele, afronta "os princípios da isonomia e da não discriminação entre os usuários do serviço público de telefonia".
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Com toda essa polêmica em torno da violação de privacidade promovida pelos Estados Unidos a pessoas do mundo todo, é natural que os internautas se preocupem mais com a segurança de suas informações. E uma das proteções mais eficientes continua sendo a criptografia, algo simples que pode evitar problemas.
"A criptografia é uma ciência que você pode usar para embaralhar seus dados e dificultar que quem quer acessá-los veja o conteúdo", explicou recentemente ao o especialista José Matias, da McAfee, que adianta: "Ela não é totalmente eficaz, é uma probabilidade. Eu posso levar anos para quebrar uma chave ou posso acertar na primeira vez. Cria-se uma barreira, mas não é um método 100% eficiente."
Separamos dicas de como usar o recurso com serviços que estão no dia a dia, assim você pode se proteger e - pelo menos tentar - evitar que algum incherido fique sabendo da sua vida particular e profissional.
No Windows
É possível - e bem fácil - criptografar arquivos e pastas no Windows. Basta clicar com o botão direito do mouse sobre o que se quer proteger, ir às abas Geral e, em seguida, Avançado. Lá, marque a caixa "Criptografar o conteúdo para proteger os dados" e confirme a ação.
Para reverter a ação é só seguir o caminho contrário. É importante fazer um backup do certificado de criptografia, pois, se isso for perdido, você ficará sem o arquivo ou a pasta.
No Mac
Quem usa o sistema da Apple tem mais trabalho, porque depende de um programa externo para criptografar arquivos ou pastas. Um deles é o Cryptor, que faz isso gratuitamente. Há uma forma de usar criptografia sem instalar nada, mas não diretamente, como no Windows.
É preciso criar uma imagem (lá dentro você põe arquivos ou pastas) e fazer com que ela seja criptografada. Abra o Utilitário de Disco e clique em Nova Imagem; na janela que se abrir é só escolher uma das opções de criptografia: 128 bits ou 256 bits, sendo que a última é mais segura e mais lenta.
Também é possível criptografar pendrives e HDs externos. Abra o Finder e clique com o botão direito sobre a unidade; na própria janela do cursos já aparece a opção "Criptografar". Então é só digitar a senha e uma dica de lembrete.
Nos navegadores
Muitos sites e serviços populares já usam a navegação criptografada, como Facebook, Google, Wikipédia, Twitter, PayPal, entre outros. Nem sempre essa funcionalidade está ativa, mas é possível forçar os sites a fazer isso.
Uma ferramenta criada pela EFF (Electronic Frontier Foundation) em parceria com o Tor Project chamada HTTPS Everywhere faz o trabalho, bastando instalá-la como extensão no Firefox ou no Chrome. Se você preferir, pode instalar o próprio Tor Browser, que já vem configurado para uma navegação segura - porém, mais lenta.
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Steve Jobs era perfeccionista, atento aos detalhes, sempre em busca de um resultado que surpreendesse seu público. É uma pena que, no filme jOBS, o diretor Joshua Michael Stern e o roteirista novato Matt Whiteley não tenham seguido a filosofia do biografado.
A película começa em 2001 com Ashton Kutcher na pele de um Steve Jobs de meia-idade apresentando o iPod ao mundo. Logo na primeira cena, nota-se a característica que permeia o filme inteiro: discursos e mais discursos inspiracionais. O problema é que, de tanto bater nessa tecla, o longa acaba ficando com aspecto de “auto-ajuda para empreendedores”.
jOBS retoma a juventude do protagonista para mostrar sua trajetória profissional – desde o primeiro emprego na Atari, passando pela criação do Apple I, Apple II, a demissão da companhia que fundou e seu retorno quando ela estava prestes a falir.
Ashton Kutcher faz um bom trabalho e encarna bem o personagem, com suas peculiaridades e temperamento difícil. No entanto, não consegue deixar 100% de lado o Ashton Kutcher de “That’s 70 Show”, “Two and a Half Man” e algumas comédias românticas que estrelou. O resultado é um retrato fiel, porém com trejeitos de Kutcher.
A maior parte dos problemas do Steve Jobs mostrado no filme não é responsabilidade do ator, mas sim de Stern e Whiteley. Diretor e roteirista se apegaram demais ao estereótipo de “gênio-arrogante” e falharam em tentar entender o personagem. Quem assiste ao filme, passa o tempo todo incomodado com o "maior imbecil do mundo, mas que, para o bem ou para o mal, era genial".
Gênio até demais. No início do longa, quase como um passe de mágica, tudo dá certo para o inventor que “sempre soube que era melhor que todos e tinha em sua cabeça material suficiente para não se importar com ninguém... afinal, ele iria revolucionar o mundo”. E o pior é que todos os personagens, por mais humilhados que sejam por Jobs, continuam adorando-o.
Mas o líder da Apple era mais do que isso, embora os responsáveis pelo roteiro não valorizem tanto este aspecto. Seu lado humano até chega a ser retratado em algumas oportunidades, como, por exemplo, quando recusou a paternidade de uma filha diante da revelação de que a antiga namorada Chrisann Brennan estava grávida. O drama surge, mas logo é esquecido. No fim do filme, no entanto, há uma cena em que Jobs convive com Chrisann e seus filhos, mas nada é explicado.
Resta para Steve Wozniak (Josh Gad), cofundador da Apple, tentar equilibrar a balança de arrogância de Steve Jobs. Porém, Woz também é pintado de forma estereotipada como “o gordinho nerd sempre com boas intenções”, que apenas lembra ao protagonista quão egoísta e mesquinho ele é.
Apesar das mais de duas horas de duração, o filme deixa uma série de furos no roteiro. Além disso, momentos importantes da carreira de Jobs, como sua participação na Pixar e a visita à Xerox, não são citados. A rivalidade com Bill Gates é apenas pincelada em uma cena, diminuindo o criador da Microsoft a um mero “ladrão de ideias”.
Graças à atuação de Kutcher e alguns momentos da história de Steve Jobs, o filme tem pontos positivos. Funciona mais como uma homenagem ao ex-CEO da Apple. Esse aspecto pode facilmente ser notado na excelente trilha sonora, recheada de artistas como Cat Stevens e Bob Dylan, admirados publicamente por Jobs.
A homenagem é bacana e seria mais justa se o filme não se prendesse a estereótipos superficiais. Por sorte, há outro filme de Steve Jobs sendo produzido. Este, conta com conselhos de Steve Wozniak, é produzido pela Sony e tem a assinatura de Aaron Sorkin, responsável pelo bem-sucedido “A Rede Social”.
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Conheça os 5 maiores salários em empresas de TI no Brasil
Levantamento do site de carreira Glassdoor, que se baseia em informações dos próprios funcionários, revela que um diretor de vendas da Samsung para América Latina tem o maior salário do setor: R$ 32 mil a R$ 42 mil.
Na lista das melhores remunerações (sem bonificações ou ações) da área contratados no Brasil ainda está o diretor (sem especificação) da Telefônica, com salário entre R$ 32 mil a R$ 34 mil, e o diretor de desenvolvimento de negócios da Qualcomm, que ganha entre R$ 29 mil a R$ 31 mil.
O profissional do setor jurídico da HP recebe de R$ 25 mil a R$ 27 mil, e o gerente sênior de marketing da Dell consegue salários entre R$ 22 mil a R$ 23 mil.
Para ver os demais salários do Brasil, inclusive de empresas fora do segmento de tecnologia, clique aqui.
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